
Associação Nacional de Desenvolvimento Social Sustentável Uma Via!
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Num momento em que tudo é tão virtual, contudo, a conservação da memória material parece ter perdido muito de seu sentido. Segundo Jussara Derenji, presidente do Comitê Nacional da Memória do Mundo da Unesco, “no tempo em que vivemos, parece que temos acesso a todo tipo de informação, que não temos mais a necessidade de termos um objeto, de termos a fonte física que já obtivemos por via midiática. Mas a conservação do documento é essencial. O objeto dá origem a outras formas de pesquisa, a outras leituras, a outras formas de interpretação. Isso é parte do processo de pesquisa. A base tem de ser mantida. É a nossa memória, é o equivalente ao lugar da memória. Essa base, essa visualização do objeto, vai desaparecer”.
O que pode nos dizer a cultura material e os documentos?
Há uma semana, eu e um grupo de futuros historiadores nos deparamos com uma questão para a qual não demos muito valor. Tínhamos de apresentar um seminário sobre as ideias de um intelectual setecentista português que foi importantíssimo para a formulação de muitos projetos implementados em seu país de origem e naqueles onde Portugal tinha influência por volta dos 1770, como o Brasil. Entre os desafios lançados pela professora, estavam o de encontrar o documento original no acervo digital de alguma biblioteca portuguesa e – eis a questão intrigante – responder, entre outras coisas, qual tipo de papel utilizado por quem os escreveu.

Existem milhões de adultos com deficiências e sem acesso sequer aos
rudimentos de uma educação básica, principalmente nas regiões em
desenvolvimento no mundo, justamente porque no passado uma quantidade
relativamente pequena de crianças com deficiências obteve acesso à educação.
Portanto, um esforço concentrado é requerido no sentido de se promover a
alfabetização e o aprendizado da matemática e de habilidades básicas às pessoas
portadoras de deficiências através de programas de educação de adultos.
Também é importante que se reconheça que mulheres têm freqüentemente sido
duplamente desavantajadas, com preconceitos sexuais compondo as dificuldades
causadas pelas suas deficiências. Mulheres e homens deveriam possuir a mesma
influência no delineamento de programas educacionais e as mesmas
oportunidades de se beneficiarem de tais. Esforços especiais deveriam ser feitos
no sentido de se encorajar a participação de meninas e mulheres com deficiências
em programas educacionais.

No século 21, você tem que ser capaz de aprender a vida inteira, de encontrar materiais de diferentes fontes. Os empregos estão mudando tão rapidamente, é preciso aprender a aprender. O ensino híbrido bem-feito – e não são todos os modelos que fazem – diz: “você é o dono do seu próprio aprendizado”. O ensino híbrido abre espaço para trabalhos em equipe de forma como nunca antes havia sido possível, abre espaço para o pensamento crítico. As pessoas passam a dominar os assuntos a partir de aulas virtuais e aprofundam esse conhecimento com seus professores com perguntas importantes.
E o que garante que o ensino híbrido seja bem-feito? Com o que devemos nos preocupar?
Precisamos nos preocupar em dizer que o conhecimento ainda importa, mas só o conhecimento não é suficiente. Devemos nos preocupar em analisar, avaliar, ter o domínio do próprio aprendizado, trabalhar em equipe, conectar o conhecimento a problemas da vida real para que o aluno entenda por que ele é relevante. Isso quebra o argumento de que o conhecimento não importa e o que importa mesmo são as habilidades. As pessoas que defendem o conhecimento diriam: “não é possível desenvolver habilidade a menos que você tenha conhecimento”. A melhor coisa do ensino híbrido é que podemos ter os dois.
